Como chegar do centro de Milão ao Aeroporto Bergamo

O Aeroporto Bergamo (BGY), também chamado de Aeroporto Orio al Serio ou Aeroporto Il Caravaggio, é um dos mais importantes do Norte de Itália, tendo ligações frequentes com Porto e Lisboa através da Ryanair.

O custo do Transfer é de 5€ (ou 9€ ida-e-volta), e é realizado por várias companhias. A duração é sensivelmente uma hora (se não houver trânsito poderá ser  menos, por volta de 50 minutos).

Os autocarros apanham-se na estação central de Milão. Pode chegar aqui através do Metro 2 ou 3, saindo na estação de metro Centrale e subindo até ao piso 0.

A estação de autocarros que vão para o Aeroporto fica a Este da Estação Central de Comboios. Se sair pelas saídas dianteiras desta magnânime estação, contorne o edifício pela esquerda, e caminhe alguns metros até à Piazza Luigi di Savoia.

É esta a localização:

Lá estarão vários autocarros e pode comprar o bilhete na hora. Não achei necessidade de reservar antecipadamente, mas vale a pena ver os horários de partida para saber com o que contar e ter noção das horas a que sai cada companhia. Também pode querer reservar online no caso de não querer pagar em dinheiro ou aproveitar uma promoção ida-e-volta.

Ficam aqui os sites de duas companhias que oferecem este serviço de Transfer directo.

Terravision

Autostradale

 

Guia Marraquexe Low-Cost

Neste artigo, podes encontrar noções sobre os custos de uma viagem a Marraquexe, em Marrocos, e algumas dicas para poupar dinheiro (como se Marraquexe não fosse low-cost o suficiente).

  • Introdução
  • Porquê Marraquexe?
  • Custos da Viagem
  • Comprar a viagem
  • Reservar Alojamento
  • Segurança
  • Aeroporto
  • Transfer
  • Língua
  • Moeda
  • Compras
  • Gastronomia
  • O que Visitar e O que Fazer
  • Mais dicas Marraquexe
  • Check-List
Introdução
Marrocos

Marrocos está separado da Europa por um pequeno estreito de 14 quilómetros de distância. Ao longo da história, este país tornou-se um verdadeiro cruzamento geográfico cultural e entre civilizações. A sua localização e os seus recursos, levaram à concorrência entre as potências europeias pelo domínio da região, começando com os portugueses, e passando mais tarde por Espanha e França. Só em 1956 é reconhecida independência a Marrocos, e ainda hoje Ceuta e Melilla, cidades a Norte de Marrocos, pertencem a Espanha.

Os marroquinos são predominantemente muçulmanos sunitas de origem árabe ou berbere. Os berbéres chegaram a Marrocos há cerca de 3000 anos atrás. Os árabes trouxeram o Islão, junto com a língua e a cultura para o norte da África durante as conquistas muçulmanas do século VII.

Marraquexe / Marrakech

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Marraquexe, situada no sudoeste de Marrocos, também é conhecida como “pérola do Sul” ou “porta do Sul”. É a quarta maior cidade do país, depois de Casablanca, Rabat (a Capital) e Fez. Também é conhecida como “Cidade Vermelha”, devido devido aos tons da sua arquitectura, que originalmente eram devidos à argila usada nas construções. Desde o tempo do colonialismo francês, há um mandato para que os edifícios construídos na parte antiga da cidade sejam pintados em algum tom de vermelho.

A cidade foi fundada em 1062. A origem do seu nome está no berbere mur(n)akush, que significa “Terra de Deus”. Actualmente está dividida em duas partes: a Medina (zona histórica, dentro de uma fortificação) e Guéliz (zona nova da cidade).

Porquê Marraquexe?

  • É diferente

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Marraquexe é uma das cidades mais visitadas do mundo e foi uma das cidades que mais adorei visitar. Se sentes que as cidades europeias estão cada vez mais parecidas, aconselho-te vivamente a dar um pulinho lá em baixo.

Em vez de edifícios magnânimos e grandes pontos de atração turística, o que de melhor Marraquexe nos oferece é a sua energia única, as pessoas, o próprio dia-a-dia na praça, os tons e características completamente diferentes da arquitetura.

Marraquexe é um encontro perfeito entre as diferenças culturais e a modernidade: é das cidades mais diferentes que existem a pouca distância de Portugal e, ao mesmo tempo, uma das cidades mais liberais e cosmopolitas do Médio Oriente.

Em Portugal ainda não existem voos low-cost diretos, mas podes ver mais em baixo como chegar até Marraquexe, sem gastar muito dinheiro.

  • É linda

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É uma cidade muito fotogénica e tem uma luz especial. Adorei especialmente observar cada pôr-do-sol na praça principal, ao mesmo tempo que se ouve a mística chamada para a oração vinda das mesquitas. Não é por acaso que esta cidade é a que muitas celebridades francesas escolhem para comprar uma segunda moradia.

  • É barata!

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Não há muitas cidades aqui perto onde os portugueses possam ir e sentir que é mais barata do que as suas cidades de origem… Marraquexe é uma delas.

A entrada para os museus e palácios ronda entre 1 a 3€. Em relação à alimentação, o nosso primeiro dia começou com um pequeno-almoço de crepes com mel, amêndoa, queijo e óleo de argão, acompanhados por um aconchegante chá de menta marroquino. Ficamos maravilhados quando pagámos apenas 1,50€ por pessoa. No segundo dia, descobrimos que tínhamos sido “enganados”, porque noutro sítio pagámos cerca de 2€ pelo pequeno-almoço de 4 pessoas.

Custos da viagem

Custos essenciais
  • Viagem – 80€ por pessoa
  • Alojamento – cerca 7€ por pessoa/ por noite (no centro da Medina)
  • Transfer do aeroporto para o centro – 5€/50 dhs por pessoa (ida-e-volta incluído)
Custos das principais atrações (preços Setembro 2016)
  • Madrassa Ben Youssef – 20 dhs por pessoa (~2€)
  • Jardins Majorelle – 70 dhs (~7€)
  • Túmulos Saadianos – 10 dhs (~1€)
  • Palácio Bahia – 10 dhs (~1€)
  • Palácio Badii – 10 dhs (~1€)
Custo de atividades ou experiências
  • Excursão de 2 dias/1 noite no deserto – 45€ por pessoa incluindo a viagem de ida-e-volta, alojamento, visitas guiadas, cerca de 2 horas a andar de camelo, jantar, e pequeno-almoço.
  • Hammam – Dependendo da experiência, há vários tipos de hammam que se pode fazer, desde os mais tradicionais (onde convêm levar a própria toalha e produtos a usar, como shampoo, etc), aos que incluem os produtos a usar, máscara de argila, massagem ou mesmo outros tratamentos. Vimos um hammam tradicional que custava apenas 12 dhs, que calculo que seja apenas o acesso à sala (é possível que as senhoras não falem inglês mas não há nada que a linguagem não-verbal não resolva). Na nossa experiência, fomos a um hammam que incluía o banho, a esfoliação e máscara de argila em salas privadas por 100 dhs.
  • Fazer uma pintura de Hena – Podem conseguir por 30 dhs ou menos, há vendedoras a certas alturas menos movimentadas a oferecer por 10 dhs.
Custos de alimentação
  • Pode-se comer bem e barato em vários restaurantes perto da praça principal. Aqui estão alguns exemplos dos preços que podem encontrar:
    • Garrafa de água de 1,5L – 0,60€ (em alguns sítios 1€)
    • Pratos típicos como tajine, pastilla ou couscous de legumes – 3€
    • Pequeno-almoço (chá, sumo, iogurte, crepe com amêndoa e mel) – 1,50€ por pessoa
    • Sumo de laranja natural – 0,40€ ou 0,50 (copo de plástico para levar)
    • Pizza média – 3€ ou 4€
    • Gelados (de máquina) – 0,20€ (a não perder)
    • Fruta vendida na rua à unidade – 0,10€ ou 0,20 (aproveitem a pitaia / figo da índia a este preço, e comam na hora, descascado pelo vendedor, porque tem espinhos imperceptíveis na casca).
Custos de transporte dentro da Marraquexe

O transporte de táxi em Marraquexe supostamente não deveria ser mais do que 2€ para qualquer parte da cidade. No entanto, o normal é cobrarem por volta de 5€, sem ligarem o taxímetro.

Alguns turistas relatam pedir a marroquinos para chamarem o táxi por eles, porque os turistas são cobrados cerca de 4 vezes mais do que os locais. Raramente os taxistas ligam o taxímetro como deviam, pelo que uma boa dica é esperar que o liguem antes de seguir viagem (e perguntar o nº do táxi caso não queiram ligar o taxímetro). Convém ter dinheiro trocado para pagar o táxi.

Comprar a viagem

A opção mais em conta que encontrei para uma viagem até Marraquexe foi fazer a viagem de carro até Sevilha e apanhar o voo Sevilha-Marraquexe. A partida do voo era às 19h35 (hora espanhola), pelo que fomos com tempo à vontade no próprio dia para o aeroporto de Sevilha.

Para não termos de nos preocupar em achar estacionamento para o carro (para além de sabermos que fica num local vigiado), reservámos na Parking Vuela. Aconselho o site Parkvia, que vos dá os preços mais baratos para procurar as vários opções de parques de aeroporto. Normalmente incluem sempre transporte de ida e volta ao aeroporto. Ficou em 26,50€ por 7 dias, sendo que se paga uma pequena parte online e o resto paga-se na entrega do carro.

Como dividimos a viagem de carro por 4, ficou em cerca de 20€ por pessoa (ida e volta incluído). A viagem de avião Sevilha-Marraquexe ficou em 63,83 por pessoa, já incluindo o transporte de uma mala de porão para todos, para pôr algumas compras extra que não coubessem na mala de cabine. No voo de ida, levámos uma mala grande flexível dentro da mala de cabine, desta forma só pagamos a tarifa da mala para o voo de volta (que é quando é realmente necessário).

Se adotarem pela ideia de ir de carro até Espanha para apanhar um voo para Marraquexe, aconselho o site Via Michelin para calcular não só os itinerários (embora o tempo de viagem previsto seja um pouco excessivo em comparação com o Google Maps), mas também as portagens e os custos de combustível (dá para selecionar gasolina ou diesel, etc).

Se forem apenas duas pessoas, poderá compensar apanhar um voo low-cost até Madrid / Barcelona / Valência, e destas cidades apanhar o voo para Marraquexe.

Marraquexe pode ser visitada praticamente em qualquer altura do ano, pois o tempo é geralmente quente ao longo do ano, sendo aconselhável usar protetor solar e chapéu de sol mesmo durante o Inverno. É especialmente quente de Junho a Setembro. Provavelmente por esse motivo, a época alta para fazer a excursão até ao deserto é a partir de Outubro.

Reservar alojamento

Para reservar o teu alojamento, recomendo a Booking. Podes reservar alojamento para Marraquexe apoiando o site através deste link. Para ficares no coração de Marraquexe, seleciona “Medina” na secção “Bairro”, nas opções do lado esquerdo.

As casas típicas na Medina de Marraquexe, os Riads, têm a particularidade de estarem organizadas em volta de um pátio interior.

No nosso caso, conseguimos o preço de 7€ por pessoa/por noite, num hotel a menos de 5 minutos a pé da praça principal, o Hotel Aday. Na pesquisa considerei, para além do preço, a localização. Ordenei por preço e procurei as moradas dos hotéis no Google Maps.

Aconselho a localizarem a rua do vosso hotel em relação à praça principal (Jemma el-Fna) e em relação ao café Argana (que é o edifício mais alto e fácil de localizar nesta praça). Para facilitar podem guardar a imagem da rua, e quando chegarem basta identificar.

Quando chegarem, se forem no autocarro que faz o Transfer, ele deixa-vos numa paragem ao pé de um jardim, mesmo ao lado da praça principal, é só seguir a rua que tem as charretes.

Segurança

Se precisarem de ajuda ou qualquer coisa perguntem aos bastantes polícias ou guardas que costumam andar pela Medina, ou aos donos das lojas. Na verdade, podem perguntar a qualquer pessoa que ninguém vos vai fazer mal, o pior que pode acontecer é um guia auto-contratado levar-vos lá e terem de dar uma gorjeta.

Aconselho o mesmo que em todas as grandes cidades, vigiar as malas entre as multidões e evitar andar sozinho. Enquanto lá estávamos não nos aconteceu nada, sentimo-nos bastante seguros (à exceção de nos sentirmos “roubados” se não soubermos regatear! eheh). Mas uma rapariga do norte da Europa que estava a viajar sozinha, hospedada no nosso hotel, foi roubada na rua.

Aeroporto

Para a viagem de ida aconselha-se a antecedência regular, estar no aeroporto 2 horas antes. No voo de ida, deram-nos uns papéis para preencher com informações básicas para entregarmos no controlo da fronteira, que acontece à chegada ao aeroporto, altura em que verificam e carimbam os passaportes.

Para a viagem de volta, aconselho ir com 3 horas de antecedência, devido ao mesmo controlo por que passamos antes do voo.

Transfer

Quando chegares ao aeroporto, vais ter muitas propostas de taxistas para te levarem à cidade. No entanto, tens a opção mais económica do autocarro que faz o percurso Praça Jemaa El-Fna / Gare de autocarros / Gueliz / Estação de comboios, por 5€ ida-e-volta.

Segue uma foto para localizarem a paragem dos autocarros (vista de quem sai do aeroporto), e dos horários disponíveis.

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Língua

 Os idiomas oficiais de Marrocos são o árabe e o berbere. Apesar de haverem vários tipos de árabe e de berbere, o idioma de rua é o chamado darija (Árabe Marroquino) e o Berbere. O árabe da comunicação social é Árabe Standard. Devido ao tempo em que Marrocos estava sob protetorado francês, a língua estrangeira mais praticada em Marrocos é o francês, mas em Marraquexe há muita gente que fala inglês, espanhol e até arranham algum português. Principalmente os vendedores adoram adivinhar a nossa nacionalidade, mesmo antes de abrirmos a boca.

Moeda

A moeda oficial de Marrocos é o dirham (MAD/DH). Neste momento, 1 Dirham de Marrocos = 0,09€. Para pensar de forma mais fácil:

10 dirhams = 1 euro; 100 dirhams = 10 euros

Há caixas de multibanco no Aeroporto e principalmente na praça principal. Ao contrário de outros países, há muitos negócios pequenos onde não se pode pagar com Multibanco, sendo necessário trocar dinheiro mais tarde ou mais cedo.

É recomendável andar com moedas de baixo valor, já que é esperado dar gorjeta (por exemplo, para ir a algumas casas de banho).

Compras

Algumas coisas típicas de Marrocos que vale a pena comprar lá são:

  • Especiarias e ervas (como a mistura de 35 especiarias, ou cominhos de Marrocos)
  • Óleo de argão
  • Chá de menta
  • Azeitonas e azeite
  • Lenços (para usar)
  • Tajines (panelas de bairro envernizado e/ou pintado onde se faz o prato típico com o mesmo nome)
  • Candeeiros e lanternas
  • Tapetes
  • Bules de chá e canecas/copos de chá
  • Hookah (cachimbos de água)

Gastronomia

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Os pratos típicos são:

  • Chá de Menta – Primeiro que tudo está este costume marroquino de beber chá de menta fresca a toda a hora e a acompanhar tudo. É servido com muito açúcar e em copos de vidro (quando conseguires pegar com a mão sem queimar, é porque está bom para beber).
  • Cuscuz – Este prato originário do Norte de África é cada vez mais conhecido também em Portugal, mas dificilmente é preparado da mesma forma. Aqui vem acompanhado geralmente com legumes e/ou carne.
  • Tagine – É uma especialidade marroquina preparada num tacho de barro que tem o mesmo nome. Pode ser de carne, peixe e/ou vegetais e tem molho com várias especiarias, acompanhando-se com pão.
  • Harira – Sopa que leva tomate, lentilhas, grão-de-bico e especiarias.
  • Omelete Maticha – É um tipo de omelete com origem berbere, feita com ovos e tomate dentro de um tagine.
  • Pastilla – É um folhado com recheio variável (carne, legumes, etc.).

São vários os restaurantes em Marraquexe e, ao contrário de outras cidades, os mais baratos até estão localizados na praça principal. Servem tanto a cozinha típica marroquina, como podem adaptar os seus ingredientes à cozinha internacional.

Para os vegetarianos, há os pratos típicos com a versão vegetariana e também há restaurantes vegetarianos (fomos ao Earth Café e ao Henna Art Café, mas em outros restaurantes pode-se comer melhor por menos dinheiro). Existem ainda os restaurantes onde a refeição é acompanhada pelo espectáculo de dança do ventre.

O que visitar

Atrações gratuitas

  • Passeio pela Medina

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Em Marraquexe, o simples facto de se perderem nas ruas da Medina é atração suficiente para alguns dias, pois em cada virar da esquina pode vir uma surpresa.

A Medina é a zona histórica da cidade, e insere-se numa fortificação milenar. Está classificada como Património da Humanidade pela UNESCO devido ao seu “número impressionante de obras de arte e arquitetura”. É onde se situam a maior parte das atrações que vamos falar a seguir, assim como grande parte dos mercados, lojas de comércio tradicional e mesquitas.

Algumas partes da Medina têm ruas bastante estreitas e em muitas zonas não é possível circular de automóvel (já as motas circulam com frequência). A melhor forma de conhecer a Medina é a pé. Outra boa forma é fazer um passeio de caleche: uma carroça com cavalo.

  • Praça Jemaa El-Fna

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De dia ou de noite, aqui é o grande ponto de encontro da animação de Marraquexe. É classificada como Património Mundial da UNESCO.

É aqui que tudo se passa: as bancas de sumos de laranja natural e frutos secos, o fumo dos restaurantes que servem comida local, músicos, encantadores de serpentes, aguadeiros, treinadores de macacos, os leitores de sina, músicos, pintoras de tatuagens de tinta Hena, etc.  Não deixes de experimentar o sumo de laranja natural por menos de 40 cêntimos (4 dirhams). Aproveita para conhecer as diferentes vistas da praça através dos terraços dos restaurantes.

 

 

  • Os Souks

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Ao redor desta praça, e espalhados pela Medina, estão os agitados mercados. Vale a pena perder-se entre ruas diferentes, porque há vários tipos de mercado específicos que estão agregados (bijuteria, azeitonas, material eletrónico, sapatilhas, tapetes, candeeiros, etc.).

Marraquexe tem o maior Souk em todo o país. É uma experiência envolvente para os sentidos, passando pela sensação de calor, pelas vozes dos vendedores, pelas cores vivas dos vestidos e bijuteria, pelos cheiros das especiarias. Eles vão querer sempre chamar a tua atenção e saber de onde vens, por isso prepara-te para ouvir muitas vezes “Cristiano Ronaldo” e “Lisboa”. As mais diferentes que ouvimos foram “Batatas fritas” e “Rádio Comercial”.

  • Mesquita Koutoubia

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É o grande ícone da cidade, tal como a Torre Eiffel está para Paris.

Ao contrário de muitos países árabes, em Marrocos as pessoas Não-Muçulmanas não podem visitar mesquitas. Ainda assim, podes sentir-te imerso na cultura islâmica se estiveres perto de uma mesquita durante uma das cinco chamadas para a oração (o som de “Allahu Akbar” significa Deus é Grande). Na Koutoubia, pode-se passear nos jardins que a rodeiam, fazendo uma paragem para apreciar a beleza da arquitetura da mesquita.

Com 77 metros de altura e paredes de 13 metros de largura, é a maior mesquita de Marrocos.  O minarete é considerado pelos marroquinos como o mais belo de todo o norte da África. Pode ser visto num raio de 25 quilómetros. Isto também se deve à tradição marroquina de não permitir construções mais altas do que o minarete das mesquitas, pois seria arrogância construir uma casa ou prédio mais altos do que um edifício dedicado a Deus.

Foi construída em 1158, por um sultão cujo desejo era construir 7 mesquitas para entrar no céu e ser recebido por 14 virgens. O sultão megalomaníaco morreu antes de finalizar a sétima mesquita.

No alto do minarete das mesquitas há três grandes esferas de cobre de tamanho decrescente, um requisito tradicional nas mesquitas do país. Na Koutoubia há quatro. Diz a lenda local que a quarta esfera foi um presente da esposa do sultão Yacoub el Mansour, como penitência por interromper por três horas o jejum durante o Ramadão.

  • Guéliz: Zona moderna

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Imagem de mwanasimba, Creative Commons

Fora das muralhas está uma Marraquexe com arquitetura mais moderna, que é o oposta da Medina, com grandes avenidas e prédios altos. A zona de Guéliz, também é conhecida como Ville Nouvelle. É onde se concentram os edifícios modernos e as grandes marcas internacionais, desde cadeias de hotéis, lojas de roupa, centros comerciais e cadeias de fast food.

Para ficar a conhecer a parte nova e moderna de Marraquexe pode optar por comprar o bilhete dos autocarros turísticos, ou negociar o preço de um táxi. O autocarro passa junto de vários pontos turísticos como, por exemplo, os Jardins Majorelle, o Jardim Menara e a área da Palmeraie, com os camelos para os turistas passearem. O preço é cerca de 145 dhs por um bilhete de 24 horas ou 190/165 dhs por um bilhete de 48 horas (ver aqui, e aqui). Como esses preços não são muito acessíveis, e éramos um grupo de 4 pessoas, compensava apanhar um táxi até aos sítios que queríamos visitar (por exemplo, desde a Medina até aos Jardins Majorelle custa entre 3 a 5€ por todos).

  • Jardins Menara
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Imagem de Acp, Creative Commons

É um amplo jardim, com um grande lago, bastante movimentado ao fim-de-semana, com os passeios das famílias locais. No cenário estão incluídas as Montanhas Atlas.

Atrações pagas

  • Madraça Ben Youssef (2€)

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Uma madraça é uma escola islâmica, dedicada ao estudo do Alcorão. A construção desta começou em 1565, tendo sido reconstruída posteriormente. Com mais de 1600 metros quadrados, e 132 dormitórios, era a maior madraça no norte de África, até ser fechada em 1960.

Agora podemos visitá-la como um museu. Tal como a casa típica marroquina, tem muitos quartos organizados à volta de um pátio interior. É uma visita muito interessante para sentir o estilo de vida dos estudantes muçulmanos, quase que os podemos imaginar a memorizar o Alcorão dentro das salas de estudo.

  • Palácio Badii / El Badi (2€)

 

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Imagem de Bjørn Christian Tørrissen, Creative Commons

Neste sítio podem ver as ruínas de um antigo palácio de um sultão. Foi construído no séc. 16 pelo sultão Ahmad al-Mansur, como símbolo do renascimento do poder e relevância de Marrocos, em comemoração à vitória na Batalha de Alcácer-Quibir (aquela onde desapareceu o D. Sebastião), sendo financiado em parte pelo resgate pago pelos portugueses depois da batalha (ups).

Dizem que este palácio tinha mais de 300 quartos decorados com os melhores materiais da época (ouro, turquesas e cristal). Um pouco à semelhança do Rei Luís XIV de França, o sultão Mulai Ismail decidiu transferir a capital de Marrocos de Marraquexe para Meknes (também conhecida como Versailles de França). Foi nessa altura, no final do século XVII, que o palácio foi saqueado das suas riquezas.  Apesar de já estar despojado de todos os seus luxos, pela sua dimensão e estrutura é possível ter noção porque lhe chamavam “O Incomparável”.

  • Túmulos Sádidas (1€)

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Este local é ideal para apreciar arquitetura e arte islâmica. É um local pequeno, mas com uma longa história. Foram negligenciados durante décadas, e descobertos no século XX através de fotografias aéreas. Neste local estão preservados 66 túmulos das Dinastias Sádida e Alauita (séc. XVI a XVIII). O que atrai os turistas a este cemitério é a beleza da sua decoração, como o trabalho em azulejo, mármore Italiano, estuque e madeira de cedro.

Também aqui está o túmulo do sultão Ahmad al-Mansur e da sua família (o que mandou construir o Palácio El Badi), que morreu em 1603 rodeado de tanto luxo na sua morte, como em vida.

  • Palácio Bahia (1€)

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Os melhores trabalhadores e artesãos do país trabalharam continuamente neste palácio durante seis anos, no final do séc. XIX. Funcionou como o harém de Ahmed ben Musa, que tinha 4 esposas e 24 concubinas. Quando ele morreu, os escravos pilharam tudo o que puderam e as mulheres lutaram entre si pela posse das jóias. Alguns dias depois só restou o que eles não conseguiram levar: um grande edifício, com a sua bonita decoração do tecto e das paredes.

Atualmente o palácio serve também para receber dignatários estrangeiros, exposições de arte, concertos, além de ser residência temporária da família real durante os meses de Inverno.

  • Jardins Majorelle (7€)

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Apesar de ser um preço caro para um jardim, os jardins Majorelle são uma das principais atrações turísticas. Devem o seu nome ao pintor francês que decidiu construir um jardim botânico, que abriu ao público em 1947. Quando Yves Saint-Laurent (outro apaixonado por Marrocos) e o seu parceiro, descobriram que iriam transformá-lo num complexo hoteleiro, decidiram comprá-lo e revitalizá-lo. Existe uma grande diversidade de flora, um Museu de Arte Islâmica, uma sala com litografias de Jacques Majorelle, uma loja e um café.

Hammam

O Hammam é o tipo de banhos públicos tradicional em Marrocos. Decorre numa sala aquecida do género de sauna ou banho turco. À semelhança dos cabeleireiros em Portugal, é onde os marroquinos vão para o convívio e bisbilhotice.

Na nossa experiência, estávamos a caminhar no centro da Medina e começou a chuviscar, pelo que decidimos entrar no Hammam que nos apareceu mesmo ao lado.

A maior parte dos hammam’s têm salas separadas para homens e mulheres, mas se for um Hammam mais turístico, se for cedo e as salas não estiverem ocupadas, não irá haver problema em partilhar a sala.

Pagámos primeiro e depois levaram-nos para um espaço onde nos pediram para despir (a caixa onde ficaram as nossas coisas depois foi connosco também). No caso dos homens, podem fornecer uns calções descartáveis. No caso das senhoras, podem despir-se completamente (é típico nos hammans tradicionais) ou manter a lingerie se preferirem. O trabalho da senhora que nos acompanha é orientar-nos (falava o necessário de inglês para nos dizer o que fazer), e ensaboar-nos, verter água quente por cima de nós, esfoliar-nos com uma luva de esfoliação e, se incluído, fazer uma máscara de argila, na cara e no corpo. No fim, também nos lavou o cabelo com champô. Tanto entrava na sala para fazer os diferentes procedimentos como nos deixava sozinhos a descansar.

Como tínhamos a sala só para nós, podíamos estar confortavelmente deitados a apreciar o calor do vapor e das paredes quentes. No fim de tudo, deram-nos um roupão e toalha, e deixaram-nos numa sala para vestir. No final, pedimos e serviram-nos chá de menta.

Aconselho vivamente a experiência, é diferente. As senhoras são sempre simpáticas. Ao contrário do que possa parecer, ser lavado por um estranho pode ser agradável. Com uma boa procura, podem achar um pacote que inclua também massagem (no caso do hammam que fomos teríamos de pagar mais 200 dhs por pessoa, mas se tiverem tempo de procurar há outros mais em conta). O nosso hotel tinha uma parceria em que por 200 dhs incluía hammam, esfoliação, máscara de argila e a massagem, o que é bastante razoável.

Excursão até ao deserto

É uma viagem muito cansativa, mas a experiência de dormir sob as estrelas no deserto, acampar com marroquinos, andar de camelo com uma paisagem mítica, fazem com que valha mesmo a pena.

Fizemos uma excursão de 2 dias/1 noite no deserto. O preço tabela era 650 dhs, mas por sermos portugueses desceu rapidamente para 450 dhs (não nos esforçamos nada, provavelmente ainda descia mais, mas parece estranho pedir para pagar menos de 45€ por uma viagem de autocarro de mais de 300 quilómetros até ao deserto, visitas guiadas às atrações, 2 horas a andar de camelo, estadia e 2 refeições).

Também podem ir de autocarro por conta própria ou alugar carro até ao deserto, sendo que estas opções requerem um tipo diferente de preparação.

Como já tínhamos o hotel reservado para todas as noites não poupámos essa noite na estadia, mas não é má ideia deixarem uma noite livre sem reservar estadia, para conciliar com este tipo de excursão 2 dias/1 noite.

Não vale a pena reservar este tipo de viagem antes de partir, pois os preços que vi online são muito superiores. Quando chegarem, vejam as parcerias com o vosso hostel/hotel, ou procurem estas agências na praça Jemaa no primeiro dia em Marraquexe. Todos os dias de manhã cedo partem várias carrinhas para estas excursões.

Os pontos altos da viagem são:

Aït-Ben-Haddou

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Esta cidade fortificada é também Património Mundial da UNESCO, e foi o local de gravações de vários filmes (como Gladiador e A Múmia). O roteiro inclui uma visita guiada e consiste em conhecer e subir até ao cimo da fortificação.

Chegada ao Deserto e Andar de Camelo

 

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Andámos de camelo cerca de uma hora em direção à nossa tenda no deserto, durante o pôr do sol e anoitecer. É uma experiência incrível, mais ou menos confortável, dependendo da almofada e da bossa do camelo.

Alimentação e Alojamento

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Os parques de campismo são bastante simples. As tendas são de 4 pessoas. Numa tenda mais afastada estão as casas-de-banho. A água tem pouca pressão, mas tinham também lavatórios e cabines de duche montadas.

O jantar foi servido pelos novos amigos marroquinos. É comida tradicional de Marrocos (naquele dia foi tajine de frango). Quando relembrámos que havia 3 vegetarianos no grupo, o cozinheiro saiu rapidamente a dizer que ia preparar qualquer coisa mas nunca mais o vimos. 🙂

Também temos direito a um concerto de músicas tradicionais, depois do qual somos convidados a também tocar nos instrumentos. Apesar do cansaço, foi bom viver este ambiente curioso de pessoas de várias nacionalidades a partilhar a mesma experiência. De noite, vários de nós arrastámos os nossos colchões para fora da tenda, para podermos dormir sobre as estrelas. O pequeno-almoço é pão marroquino e chá de menta.

Viagem de volta

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No segundo dia, andámos novamente cerca de 1h de camelo, em direção ao autocarro. Fomos até Zagora, almoçámos num restaurante e levaram-nos a uma loja de tapetes e artesanato, onde pudemos ver e aprender sobre tapeçaria (com o objetivo de comprá-los a seguir, mais ou menos como as reuniões de Tupperware). Dizem que uma visita a Marraquexe não está completa sem comprar ou entrar numa loja de tapetes, por isso já fica feito. À chegada voltamos a passar pelas majestosas Montanhas Atlas.

Dicas:
  • Levem snacks para comer durante o dia. São feitas algumas paragens em mini-mercados e cafés, mas é um gasto que pode ser reduzido.
  • Levem um lenço para umas boas fotos no deserto, uma vez que lá vão ser mais caros.
  • Para as refeições que não estão incluídas (os dois almoços), fomos conduzidos aos restaurantes, que têm preços mais altos do que o típico restaurante barato no centro de Marraquexe. Para cortar neste custo, penso que seria possível levar alguma coisa preparada para comer (embora não lhes deva agradar muito ficarem sem a provável comissão por pessoa que come no restaurante).
  • Levem roupa super confortável, são perto de 7 horas dentro do autocarro por dia. Não se sentem na parte de trás do autocarro, que é mais alta (para não baterem tanto com a cabeça no teto durante os solavancos nos buracos das estradas).
  • Levem moedas pequenas, para poderem entrar em algumas casas de banho, e aproveitem para ir principalmente na última paragem antes de ir para o deserto andar de camelo.
  • Apesar das paisagens serem maravilhosas, levem também coisas para fazer no autocarro, ou paciência e boa disposição, para aguentar as viagens cansativas.

Mais dicas Marraquexe

  • Orientar-se dentro da Medina não é uma experiência fácil, e a entrada para alguns pontos turísticos (como os Túmulos Sádidas ou a Madraça Ben Youssef) é difícil de localizar. O ideal é instalar aplicações com os mapas da Cidade, e/ou instalar o mapa Offline no Google Maps.
  • Apesar da economia crescente e da bem-sucedida indústria do turismo, ainda há bastante pobreza em Marraquexe. Em 2010, 20000 casas nesta cidade não tinham acesso a água ou eletricidade. Num país em que o turismo apareceu antes de se eliminar a pobreza extrema, é normal que uma percentagem de pessoas tenha o seu sustento através do turismo. Algumas pessoas locais aproveitam a dificuldade em orientar-se dentro da Medina para ganhar alguns trocos (por exemplo, algumas crianças dizem que a estrada está fechada para nos poderem orientar por outro caminho ou para nos encaminharem a uma loja).
  • Regatear faz parte da experiência marroquina. Desde esta viagem, as minhas competências de negociação melhoraram bastante e estou a pensar escrever “Já fui a Marrocos” no meu CV, para justificar isso. Para os leigos nesta área, o segredo implica começar por oferecer um preço por baixo do que queres pagar (não tão baixo que possa ser ofensivo). A partir daí começa a dança da negociação: o preço que aceitas pagar vai subindo e o preço que o vendedor aceita receber vai descendo. Por isso é normal que comecem por pedir-te 200€ por uma echarpe, argumentando que esta é “different quality”.
  • Se fores algumas vezes aos souks, é possível que venhas a ficar cansado do facto dos marroquinos estarem constantemente a chamarem-te. Os marroquinos não gostam de ser menosprezados, e podes ter que repetir “la, shukran” (não, obrigado) muitas vezes. Evita perguntar apenas por curiosidade o preço de algo que não queres comprar, porque isso é o início de uma negociação. Deixar essa negociação a meio, pode ser um pouco ofensivo para alguns vendedores.
  • Na praça Jemaa El-Fna, podes encontrar todo o tipo de atrações e vendedores. Se estiveres próximo de uma destas atrações, normalmente o truque é pegarem-te pelo braço e começarem, e depois pedirem-te este mundo e o outro. Na primeira noite, enquanto andava inocente pela praça, uma marroquina insistiu em fazer-me uma pintura com Hena, que simpaticamente recusei, enquanto continuava a andar. Num instante pegou-me na mão, fez-me apressadamente uma pintura enquanto estávamos de pé, e cobrou-me mais de 30€. Depois de eu e a minha família insistirmos em não pagar mais do que as moedas significativas que tínhamos, ainda disse, enquanto me agarrava, que eu não ia a lado nenhum enquanto não lhe pagássemos. Desde aí tenho um pequeno trauma com marroquinas de niqab. Em Marraquexe, a maior parte das vidas depende de nós enquanto turistas, e há que seguir em frente e encarar com naturalidade e boa-disposição estas e outras técnicas de venda. De uma forma geral, os marroquinos são um povo tranquilo. Se nos negássemos a todo o contacto com vendedores, iríamos perder informações e experiências interessantes, bem como histórias para contar.
  • Evita fotografar edifícios do governo ou polícias e militares. É sempre bom pedir permissão antes de fotografar alguém. Nas zonas turísticas, podem pedir dinheiro pelas fotografias. Outra dica cultural é não mostrar alguma forma de desrespeito em relação à imagem do rei, que costuma estar pendurada nas lojas e sítios públicos.
  • Vale a pena reparar quando vires as próprias pessoas locais agregadas em volta de um vendedor, longe dos Souks, no meio de uma rua. Muito possivelmente está a vender o artigo a um bom preço, que normalmente é fixo e não negociável.

Check-list

Aqui fica uma check-list de experiências a ter em Marraquexe:

  • Passear a pé pela Medina
  • Fazer compras num Souk sem deixar de regatear
  • Andar de camelo
  • Passar a noite do deserto
  • Ir aos banhos públicos Hammam
  • Beber um chá de menta num terraço de um café da praça Jemaa El-Fna
  • Ver a mesquita ao Por do sol ouvindo a chamada para a oração
  • Fazer uma pintura com hena
  • Pôr uma serpente ao ombro
  • Beber um sumo de laranjas marroquinas

Qualquer dúvida ou sugestão, comenta!

 

Reservar através do AirBnb

O AirBnb é uma excelente forma de ficar alojado de forma low-cost. Em vez de disponibilizar quartos de hotel, o AirBnb é especializado em alojamento local e pessoas que têm casas e quartos livres para alugar.

É sobretudo útil quando viajas para cidades onde o alojamento tradicional é caro, ou quando viajas com mais 3 ou 4 pessoas, uma vez que o preço por noite que aparece é para toda a gente (e não por pessoa).

A minha característica preferida é que consegues pesquisar pelo mapa e preço ao mesmo tempo (para procurar os quartos mais baratos e mais centrais, poupando no tempo e no transporte).  Vamos ver um exemplo:

Insere a cidade, datas pretendidas e nº de hóspedes. Depois, onde diz “Intervalo de preços”, desce o valor da pesquisa para veres apenas possibilidades até um determinado valor. Este é o valor que o anfitrião solicita pela estadia por noite. No entanto, tem em conta que o AirBnb ainda vai aplicar uma taxa.

Tendo uma noção da localização dos monumentos e atracções turísticas principais, aumenta o Zoom no mapa, para veres os alojamentos apenas no centro da cidade (o que vai fazer poupar no tempo de deslocação e no preço a pagar pelo transporte).

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Ao clicares no anúncio, consegues ver o preço final, com a taxa a de serviço que o AirBnb cobra, bem como são subtraídos os descontos que possas ter activos. Ao te inscreveres no AirBnb através deste link recebes 35€ em créditos de viagem.

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Como mostra esta imagem, neste sítio vamos pagar um total de 98€ por 3 noites de alojamento para 4 pessoas, o que dá 8,17€ por noite/por pessoa, um preço imbatível para ficar hospedado em Londres.

Distância em relação ao centro da cidade

O AirBnb mostra a região aproximada da localização do quarto ou apartamento disponível.

londres dalston

Com uma pesquisa no Google Maps, podemos ver qual a distância em transportes públicos em relação a alguma actração turística central da cidade. Assim podemos avaliar se fica prático reservar este alojamento.

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Comodidades

Ao explorar o anúncio podemos ver as comodidades:

comodidades

Neste caso, temos pequeno-almoço incluído. Lê bem toda a descrição do anúncio para evitares ficar desiludido com as condições oferecidas.

Comentários

A não ser que os anúncios sejam novos, têm também os comentários das pessoas que lá estiveram alojadas. Voltando ao nosso exemplo, não havia comentários neste anúncio, e o anfitrião tinha apenas um comentário associado a outro anúncio, de um hóspede cuja reserva tinha sido cancelada um dia antes da estadia. Isto leva-nos a ficar com a pulga atrás da orelha…

O mais sensato seria ver outras opções. Na mesma pesquisa, o anúncio seguinte era de 13,33€ por pessoa/por noite, mas tinha muitos comentários positivos e ficava muito mais próximo do centro de Londres.

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comentários pos

Posso dizer que já fiquei neste alojamento e além de ter excelentes condições (na verdade é um Hostel), tinha uma estação de autocarros mesmo à porta, e em 15 minutos estava em Westminster!

Após pedires para reservar, os pedidos estão sujeitos a aprovação pelo anfitrião.

Comenta se tiveres alguma dúvida ou sugestão!

 

Como procurar o alojamento mais barato ou gratuito

Vou-te indicar os meus sites e segredos preferidos para encontrar e reservar estadias.

Estadias de curta duração

Booking – Este é sem dúvida o maior site de reservas de alojamento. Uma das condições para os hoteleiros que têm alojamentos inscritos no site, é que não podem oferecer preços mais baratos noutros sites. Além de ser o site com a maior escolha de alojamentos do mundo, não corres o risco de vir a encontrar mais barato noutro sítio.

AirBnb – Adoro este site para reservar alojamento, principalmente em cidades caras ou com grupos de mais de 3 pessoas. Aqui não são tanto hotéis e empresas, mas maioritariamente pessoas comuns que disponibilizam casas e quartos que têm livres. Os pedidos estão sujeitos a aprovação. A minha característica preferida é que consegues pesquisar pelo mapa e preço ao mesmo tempo (para procurar os quartos mais baratos e mais centrais, poupando no tempo e no transporte). Ao te inscreveres neste link recebes 35€ em créditos de viagem, e podes receber mais se convidares amigos. Para veres como reservar no AirBnb, vê o nosso post.

Couchsurfing – Mais do que alojamento gratuito, o Couchsurfing baseia-se em conhecer pessoas novas, e conhecer uma cidade através das pessoas. Não é tanto apenas para passar a noite, mas baseia-se em criar ligações entre as pessoas. Como há tantos pedidos para alojamento nas grandes cidades, o teu perfil e as referências são importantes. Não tem custos, apenas se se quiseres ser um membro verificado, para aumentar as probabilidades de aceitarem os teus pedidos.

Camp in My Garden – Se gostas de acampar e tens possibilidade de viajar com material de campismo, este site é para ti. À semelhança do AirBnb, as pessoas disponibilizam o seu jardim ou espaço exterior. A estadia pode ser gratuita, mas a maior parte cobra uma média de 10€ a 15€ por pessoa/por noite, incluindo muitas vezes acesso a água quente, electricidade, WC’s, etc.

O que ter em conta ao reservar estadias low-cost:

  • Alimentação – Vê se o sítios onde vais ficar têm pequeno-almoço incluído ou cozinha self-service (como a maior parte dos hostels), o que vai diminuir muito os custos da tua viagem.
  • Distância e acessibilidade de transportes – Na descrição dos hotéis normalmente há indicações dos transportes que se podem apanhar. Por exemplo, em baixo do nome do hotel, na Booking, indica se fica perto do metro (e se passares com o rato por cima, indica qual a estação e os metros de distância em relação à estação).

Estadias de longa duração

Se vais fazer uma viagem longa com um orçamento curto, e estiveres disposto a trocar algumas horas de trabalho por alojamento grátis ou por um preço simbólico, consulta estes websites.

Worldpackers – Este site é recente mas está muito bem organizado. Consiste em trocar alojamento (normalmente no mínimo 2 semanas) por competências ou voluntariado.

Algumas das competências são: ensinar línguas, limpeza, recepção de hotel, trabalho social, fazer websites, fotografia, vídeo, música, marketing, cozinha, desporto, artes, etc.. Os alojamentos são verificados e cada sítio tem associado um valor para manutenção do site, que só se paga quando se a estadia for realizada. Muitos alojamentos oferecem também refeições, e acesso à lavandaria. Podes ver comentários de pessoas que estiveram lá.

Ao te inscreveres neste link podes ganhar 10 dólares em crédito, e também ao convidar amigos. Desta forma, podes fazer uma volta ao Mundo com alojamento grátis, através de uma plataforma que te dá segurança e a fazer algo que gostes.

Workaway – Este site consiste em trocar voluntariado por alojamento, e tem o custo anual de 29€ (inscrição individual) ou 38€ (inscrição de casal). Tem a vantagem de ter uma base de dados enorme de pessoas, famílias e empresas que gostariam de acolher um voluntário em troca de algumas horas de trabalho por semana. Podes consultar a base de dados à vontade, o custo da inscrição anual só se paga quando quiseres entrar em contacto com os anfitriões. Podes também ver comentários de pessoas que estiveram lá.

WWOF – Este é um dos sites mais clássicos, e propõe-te trabalhar em quintas em troca de alojamento e refeições. Tal como o site anterior, funciona com uma subscrição anual, mas paga-se um determinado valor para cada país de destino. Nos países da Europa ronda 10/15€ por ano, mas pode ir até aos 56€ dependendo do país. Se quiseres visitar vários países, tens a versão do site WWOOF Independents que inclui anfitriões de 80 países, por £15 de subscrição anual.

Comenta se tiveres mais sugestões ou dúvidas!

Voluntariado sem custos

Se tens até 30 anos, não percas o programa a oportunidade de fazer Serviço Voluntário Europeu (SVE) que te permite fazer voluntariado num projecto de um país europeu à tua escolha. Em alguns casos, pode mesmo ser possível fazer voluntariado fora da Europa.

Este programa faz parte do financiamento do Erasmus+ e as despesas que estão incluídas são:

  • Viagem (apoio atribuído conforme a distância do país, consulta aqui)
  • Alojamento (é providenciado pela entidade onde vais fazer voluntariado)
  • Alimentação
  • Subsídio mensal/Pocket Money/Dinheiro de Bolso/Bolsa mensal (o valor do montante ronda os 100€ por mês, e é atribuído conforme o país, consulta aqui).
  • Transportes locais
  • Formação linguística
  • Seguro de Saúde
  • Apoio e mentoria

Duração:

  • Curta duração: 2 semanas a 2 meses
  • Longa duração: 2 meses a 12 meses
  • Podes fazer até um máximo de 14 meses de SVE se combinares um projeto de curta com um de longa duração, em que o de curta duração tem de ser feito primeiro.

As organizações que te podem ajudar a esclarecer mais dúvidas e que tratam do processo são as organizações de envio. Consulta aqui todas as organizações de envio em Portugal.

A entidade onde vais fazer voluntariado é a organização de acolhimento. Para uma base de dados de todas as organizações de acolhimento onde podes fazer o SVE, consulta:

Portal Europeu da Juventude – Este site é a base de dados de todas as organizações envolvidas, onde podes procurar entidades que estão inscritas para acolher voluntários (o que não significa que estejam a precisar de voluntários no momento em que pesquisas, daí a necessidade de contactar as entidades).

FindEVS – Neste site podes encontrar vagas específicas de voluntariado de organizações que estão a precisar de voluntários para as datas indicadas.

Consulta em baixo as vagas disponíveis em várias organizações de envio portuguesas (são algumas organizações de envio em Portugal que divulgam online vagas disponíveis).

Proatlântico

Casa da Horta

Rota Jovem

Associação Spin

Mais Cidadania

Check-in

Casa da Juventude Amarante

Centro de Convergência / SVE Gaia Alentejo

AgoraAveiro

Como procurar voos baratos

Vamos abordar algumas das ferramentas para procurar os melhores preços em voos e para que situação são mais indicados:

4. Quando sabes o destino e queres comparar os dias mais baratos

Tipos de websites para pesquisar voos:

De forma geral existem três tipos de websites para pesquisar:

  • Agências de Viagem Online 

Exemplo: Edreams, Rumbo, Viagens Abreu, Logitravel

As agências de viagem online funcionam como intermediários entre o viajante a companhia.
Vantagens: Podem conseguir melhores preços, uma vez que calculam as escalas que podes fazer para tornar o voo mais barato. Também pode ser útil quando o voo é só de ida (normalmente os sites das próprias companhias sobem bastante o preço nos voos só de ida)

Desvantagens: Aos primeiros preços que vês, podem acrescer comissões ou tarifas relacionadas com o modo de pagamento. Se acontecer alguma coisa e necessitares de fazer alguma alteração à reserva, podes ter de pagar taxas duas vezes (à companhia e à agência).

  • Websites das companhias aéreas

Exemplo: Ryanair, Easyjet, TAP

Estes são os próprios sites das companhias de aviação. É o ideal para reservar diretamente quando já sabes em que companhia queres voar, e queres ver o calendário de dias com voos mais económicos de ida-e-volta para um determinado destino.

  •  Websites de comparação de preços

Exemplos: Google Flights, Momondo, Skyscanner

Estes comparadores pesquisam os preços em vários websites, sejam eles companhias ou agências, e ordenam essas viagens pelo preço. Depois de analisarmos qual a melhor opção (seja pelo preço, pelas horas dos voos, pela duração da escala, etc), reencaminham-nos para o site da companhia/agência de forma a finalizarmos a reserva.

Se tens o destino e as datas definidas

Quase não saibas qual a companhia com os voos mais baratos, a melhor opção neste caso é começar sempre pelos comparadores de preços. Desta forma ficas com uma ideia geral dos preços que se praticam nessas datas. Depois de pesquisares nos comparadores, compara os preços nos sites das próprias companhias.

Momondo: É um motor de busca que apresenta os resultados de vários sites de reserva. Apresenta um gráfico de barras que ajuda a visualizar se podemos baixar o preço da viagem se formos uns dia antes ou depois do que está planeado.

Google Flights – É um motor de busca bastante simplificado que apresenta os resultados de várias companhias, com ou sem data/destino definido. Dá para selecionar o mês e a duração aproximada da viagem. Tem a opção de monitorizar os preços, através do qual podes receber um e-mail se o preço da viagem se alterar.

Skyscanner: É um motor de busca que apresenta os resultados de vários sites de reserva.

Edreams/Rumbo:  São agências de viagens online, pois para além de pesquisar os melhores preços podes reservar também através deles. É interessante para calcular os mínimos preços em datas específicas. Atenção, ao preço previsto pode acrescer uma tarifa relativa ao método de pagamento. Depois de pesquisares os voos nestes motores de busca, e especialmente se os voos forem diretos, consulta os sites das próprias companhias de viagens para comparar o preço. Por vezes, podem ter os mesmos preços disponíveis e se mais tarde tiveres de fazer alguma alteração ao reservar através destes sites, podes ter de pagar taxa duas vezes (à companhia e à agência).

Quando estás aberto à escolha do destino

Viajómetro da Easyjet – Consegues colocar até quanto queres gastar, bem como a época do ano ou datas específicas. Ao seleccionares “Escapadelas de Fim-de-Semana”, “Regresso em 7 dias” ou “Regresso em 14 dias”, o motor de busca calcula automaticamente os dias com os preços de ida+volta mais baratos. Ao clicar cima dos preços, é possível ver com facilidade as datas e as horas dos voos.

A opção “Escapadelas de Fim-de-Semana” é excelente para quem não tem muitos dias de férias para tirar. No entanto, o motor de busca tem a desvantagem de não ter a opção de procurar os voos mais baratos com viagem de regresso em menos de 7 dias.

No exemplo seguinte,  vemos aqui que voar para os Açores (para uma possível lua de mel) pode custar apenas 17,48€ (ida+volta). O computador escolheu a data mais barata, neste caso em Janeiro. Claro que se não te importares de pagar um pouco mais e visitar os Açores noutra altura do ano, podes, por exemplo, mudar a opção de “Em qualquer momento” para “Primavera de 2017”, sendo que neste caso o preço de “Regresso em 7 dias” sobe para 40,48€.

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Localizador de tarifas da Ryanair – Dá para visualizar os destinos no mapa e seleccionar o mês e o orçamento. É uma ferramenta fantástica, uma vez que podemos seleccionar a duração da viagem (por exemplo, entre 4 a 7 dias) e ver os mínimos preços em qualquer altura ou num intervalo de datas específico.

No exemplo seguinte, inseri as datas das férias escolares de Natal, para ver as opções abaixo de 60€ que existem em viagens com duração entre 4 e 7 dias.

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Pesquisa por Preço na TAP – A TAP lançou uma ferramenta através da qual podes pesquisar voos baratos sem destino. Se precisares de viajar com mala de porão, pode sair mais em conta para alguns destinos viajar através da TAP (embora eles agora tenham preços com e sem mala de porão).

Há outra razão pela qual pode sair mais barato viajar através de companhias que normalmente não são low-cost: As companhias low-cost podem voar para aeroportos longe do centro da cidade, pelo que convém comparar o preço do voo juntamente com o preço do transfer que vai ser necessário utilizar. A TAP também tem a vantagem de dar para reservar a viagem e pagar através de Referência Multibanco até ao dia seguinte.

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Procura por orçamento da Vueling – Insere o aeroporto de Partida (Lisboa, Porto, Faro) e o mês da viagem, e vais ver alguns destinos ordenados por preço (apenas de ida). No passo seguinte podes ver os preços dos voos de regresso.

http://www.vueling.com/pt/reserva-o-teu-voo/procura-por-orcamentoGoogle Flights – É um motor de busca bastante simplificado que apresenta os resultados de várias companhias, com ou sem data/destino definido. Dá para selecionar o mês e a duração aproximada da viagem. Tem a opção de monitorizar os preços, através do qual podes receber um e-mail se o preço da viagem se alterar.

Momondo: É um motor de busca que apresenta os resultados de vários sites de reserva. Apresenta um gráfico de barras que ajuda a visualizar se podemos baixar o preço da viagem se formos uns dia antes ou depois do que está planeado. Há a  possibilidade de seleccionar a opção “Qualquer destino”, sendo útil quando as datas das tuas férias já estejam definidas mas estejas aberto à localização.

Skyscanner: É um motor de busca que apresenta os resultados de vários sites de reserva. Se tens flexibilidade com o destino, podes clicar em “Flexível”, e se tens flexibilidade com as datas, podes clicar em “Mês Inteiro”. Depois é apresentado um gráfico de barras onde podes visualizar os dias em que a viagem sai mais em conta.

Quando sabes o destino e queres comparar os dias mais baratos

Localizador de Preços Baixos da EasyJet – Se a EasyJet tiver o destino para o qual queres voar, esta ferramenta apresenta graficamente os preços mais baixos. Depois de seleccionar a data mais barata de partida, podes adicionar o voo de regresso. Se vires que o voo de regresso é bastante mais caro, antecipa a partida para poderes ver se há voos de regresso com preços mais baixos.

easyjet

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Promoções da TAP – Procura o teu destino nesta listagem de preços mínimos da TAP, e a ferramenta da TAP ajuda-te a encontrar os dias específicos em que têm o preço mais baixo. Esta forma de pesquisa é mais útil quando precisas apenas do voo de ida, pois a maioria dos preços anunciados são apenas de ida.

Localizador de tarifas da Ryanair – Se a Ryanair tem o destino que pretendes, também podes usar o localizador de tarifas. Coloca a partida e o destino, e na opção “Em Qualquer Altura” ele calcula a viagem mais em conta. Se for viagem de ida-e-volta, coloca sempre a duração da viagem (caso contrário ele atribui a viagem de regresso mais barata, mesmo que seja depois de 2 meses da partida).

ryanair

Calendário de preços da Vueling – Se a Vueling voa para o teu destino (Amesterdão, Barcelona, Ibiza, Paris Orly, Zurique) vê aqui quais as datas mais em conta.

Momondo: É um motor de busca que apresenta os resultados de vários sites de reserva. Apresenta um gráfico de barras que ajuda a visualizar se podemos baixar o preço da viagem se formos uns dia antes ou depois do que está planeado.

Skyscanner: É um motor de busca que apresenta os resultados de vários sites de reserva. Como tens flexibilidade com as datas, podes clicar em “Mês Inteiro”. Depois é apresentado um gráfico de barras onde podes visualizar os dias em que a viagem sai mais em conta.

Google Flights – É um motor de busca bastante simplificado que apresenta os resultados de várias companhias, com ou sem data/destino definido. Dá para selecionar o mês e a duração aproximada da viagem. Tem a opção de monitorizar os preços, através do qual podes receber um e-mail se o preço da viagem se alterar.

Se tens mais alguma dica ou alguma dúvida sobre comprar passagens aéreas baratas ou em promoção, comenta!

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Mapa de Locais Turísticos em Portugal

Este mapa assinala os lugares mais bonitos de Portugal Continental. Explora o nosso país como um turista, e aproveita os dias bem passados que Portugal tem para oferecer.

Podes visitar esta página sempre que precisares de ideias de lugares para descobrir, para uma road-trip em Portugal, perto ou longe da tua localidade.

Podes ver neste mapa:

  • Os locais inscritos na Lista de Património Mundial da UNESCO em Portugal (Continental), bem como os sítios que estão na Lista Indicativa (ou seja, os que Portugal pretende nomear).
  • Os museus ou atracções turísticas com entrada grátis no 1º domingo de cada mês ou com entrada livre para pessoas desempregadas.
  • Uma lista de cidades e terras lindíssimas espalhadas por todo o país.
  • Locais de interesse turístico e monumentos históricos.
  • As aldeias mais bonitas e típicas de Portugal.
  • Uma lista exaustiva de várias locais conhecidos pela sua Paisagem Natural, bem como algumas das zonas costeiras e praias portuguesas mais bonitas.

Já foste a todos? Comenta se tiveres sugestões de mais lugares para acrescentar ao mapa.

Map of the All the Best Tourist Attractions and Most Beautiful Places to Visit in Portugal

Feriado de Portugal, passeio em França (voo + estadia por 100€)

A proposta de hoje é aproveitar o próximo fim-de-semana prolongado, graças ao feriado na sexta de 10 de Junho.

Por menos de 100€, é possível fazer uma escapadinha à cidade de Saint. Etiénne, em França.

Esta cidade é conhecida no âmbito do design e criatividade, para além da arte e dos museus. E, não menos importante, pelo chocolate.

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Para este orçamento, podes comprar a viagem através do site da Ryanair. De 10 a 12 de Junho é o ideal para quem não pode prolongar a sua estadia para além do fim-de-semana.

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Em relação ao alojamento, conseguimos encontrar por um mínimo de 25,25 por pessoa, por noite.

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Através deste link podes ir diretamente para a página da cidade:

http://www.booking.com/searchresults.html?city=-1465172&aid=893839

Boas pesquisas e boas viagens!

*Preços verificados a 26/05/16.

Carnaval em Veneza low-cost

Conhecer um dos maiores carnavais do mundo não é um sonho tão distante quanto poderíamos imaginar.

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Uma forma mais económica é voar até Milão e ir de comboio até Veneza. Desta forma, podes conhecer duas das maiores cidades da Itália numa só viagem.

Aqui tens um exemplo de viagem com a Ryanair de 6 a 10 de Fevereiro, a partir de Lisboa (também é possível a partir do Porto). Escolhi estas datas devido ao fim-de-semana e férias escolares de Carnaval. Mas lembra-te que podes começar a festejar o Carnaval de Veneza, até com mais intensidade, já a partir de 23 de Janeiro.

lisboa - milão

Se preferes ir diretamente para Veneza, também há voos que aterram lá nestas datas (apesar de terem escalas), por 200€, com a KLM.

Com a Trenitalia podes ir de Milão a Veneza, e vice-versa. Para as datas pretendidas, podemos conjugar com estes horários de comboio.

milão - veneza.JPG

É possível fazer Milão-Veneza-Milão por 36€. Para comboios em Itália, consulta os horários no site da Trenitalia: http://www.trenitalia.com/.

Se marcares a tua viagem consulta os eventos que vão ter lugar nas diferentes datas:

http://www.venice-carnival-italy.com/balls.php (site oficial)

http://viagemitalia.com/2014/12/carnaval-de-veneza.html (blog em português)

Para procurar os melhores preços de hotel pesquisa na Booking para

Milão: (a partir de 8€ por noite uma cama num hostel)

http://www.booking.com/searchresults.html?city=-121726&aid=893839

Veneza: (devido ao Carnaval, os preços são mais altos, o melhor é reservar o quanto antes)

http://www.booking.com/searchresults.html?city=-132007&aid=893839

Para opções mais económicas de alojamento em casa de pessoas que estão a alugar quartos, experimenta também o https://www.airbnb.pt/.

Boa sorte e boa viagem!

Mercado de Natal em Barcelona por 58€ (voo e estadia)

 

Em apenas 2 horas de viagem podes estar em Barcelona, onde se vive com intensidade o espírito natalício. A partir de 27 de Novembro decorre a tradicional Feira de Santa Lúcia, com quiosques, desfiles, jogos populares, atuações de coros natalícios e coros de Natal.

Vamos demonstrar um exemplo de um viagem de sábado 12 a segunda 14 (3 dias e 2 noites) com a Ryanair.

barcelona

Na Booking podes encontrar, para estas datas, 2 noites de alojamento em Barcelona no total de 15€ (hostel) ou 20€ (quarto duplo). Preços por pessoa.

http://www.booking.com/searchresults.html?city=-372490&aid=893839

Acrescem a estes preços o transfer desde e para o centro da cidade, bem como o transporte dentro da cidade. Uma das melhores soluções é o passe HolaBCN!, com o qual podes andar à vontade nos transportes públicos durante 3 dias, por 18,45€ (preço comprado online).

http://www.tmb.cat/en/barcelona-travel-card/-/ticket/3_dies

*Preços verificados a 23/11/15.